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Bataille A vida humana tende a prodigalidade. Uma agitacao febril latente em todos nos pede a morte que exerca seus estragos a nossa custa. O amor e a morte nao passam dos momentos culminantes de uma festa que a natureza celebra com a multidao inesgotavel dos seres, pois ambos carregam consigo o esbanjamento ilimitado a que a natureza propende, contra o desejo de durar, inerente de cada ser. Entendeu? Pra que gastar a si mesmo? Escrito por Ma �s 14h18 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Nada Sei (apneia) Nada sei dessa vida Vivo sem saber Nunca soube, nada saberei Sigo sem saber Que lugar me pertence Que eu possa abandonar Que lugar me contem Que possa me parar Sou errada, sou errante Sempre na estrada Sempre distante Vou errando enquanto o tempo me deixar Nada sei desse mar Nado sem saber De seus peixes, suas perdas De seu não respirar Nesse mar Os segundos insistem em naufragar Esse mar me seduz Mas e so pra me afogar Sou errada, sou errante Sempre na estrada Sempre distante Vou errando enquanto o tempo me deixar passar Vou errando enquanto o tempo me deixar Escrito por Ma �s 05h48 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] hoje eu tenho um post de sonho. sonhei com o joao nosso irmao, e no sonho sua futura esposa se chamava carol. tinha cabelos longos e encaracolados, sardas no rosto e era muito ciumenta. ohohohohoh e eu estava ao lado do joao, conversando, rindo e ela inventava uma desculpa pra levantar de onde estava sentada e quando voltava se colocava entre nos, e me lancava aquele olhar de: da licenca que ele tem dono! eu deixava: claro, e seu futuro marido, tome seu posto, por favorrrrrrrr! depois ela se oferecia pra me ajudar a fazer alguma coisa e eu dizia: nao preciso da tua ajuda. nao deixe teu futuro marido sozinho! que coisa, nao? Feeeeeeeeeerias!! pois e, ferias de novo ;) dias ensolarados, criancada em casa, barulho, algazarra, gritos e berros, meus tambem, claro!, ohhh, ceus!, duas semanas assim! vou sobreviver! Escrito por Ma �s 11h10 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Poemas para a Amiga Amo Affonso Romano de Sant'Anna. Tenho paixao pela sua poesia e fascinio pela sua maneira de falar de amor, arte ou politica. Apresentei seus poemas a uma amiga muito amada e ela me dedicou este poema - que o autor deve ter escrito a uma amiga tambem muito amada mas, declarando outra forma de amor. No nosso caso, usamos o poema pra declarar nosso amor de amigas, irmas, almas gemeas. ![]() (Fragmento 1) Tu sempre foste una e sempre foste minha, ainda quando a cor e a forma tua se fundiam com outra forma e cor que tu nao tinhas. Por isto e que te falo de umas coisas que nao lembras nem nunca lembrarias de tais coisas entre mim e ti ainda quando tu nao me sabias e dividida em outras te mostravas e assim dispersa me ouvias. Tu sempre foste uma ainda quando o corpo teu com outro corpo a sos se punha, pois o que me tinhas a dar a outro nunca o deste e nunca o doarias. Por isto e que te sinto com tanta intimidade e te possuo com tanta singeleza desde quando recem vinda ostentavas nos teus olhos grande espanto de quem nao compreendia a antiguidade desse amor que em mim fluia. Affonso Romano de Sant'Anna Escrito por Ma �s 15h24 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
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